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O Assunto #402: A disputa de Bolsonaro com governadores

Diante de novo recorde de mortes em um só dia no Brasil, o governo federal segue em marcha de conflito com as unidades federativas: Bolsonaro joga a responsabilidade da pandemia no colo dos governadores e os governadores se articulam para recrudescer medidas contra a Covid e para comprar vacinas à revelia do Planalto. Você pode ouvir O Assunto no G1, no GloboPlay, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, no Deezer, na Amazon Music, no Hello You ou no sua plataforma de áudio preferida. Assine ou siga O Assunto, para ser avisado sempre que tiver novo episódio. 1.726 mortes em 24 horas, mais um recorde do Brasil, que enfrenta nesta semana alta generalizada de casos e óbitos. "Liderança, coesão e coordenação", assim o ex-ministro da Saúde José Gomes Temporão enumera o que é necessário para enfrentar este momento da pandemia. Temporão é um dos entrevistados de Natuza Nery neste episódio. Ex-ministro, o médico sanitarista e pesquisador da Fiocruz detalha como podem atuar municípios, Estados e o governo federal no controle da Covid-19. Diante do que ele caracteriza como "inércia" do governo federal em relação à compra e vacinas, Temporão diz ver com esperança as tentativas de prefeitos e governadores de comprarem doses sem depender do Ministério da Saúde. Depois de analisar a relação entre governo federal e Estados do ponto de vista da saúde pública, Natuza Nery conversa com Thomas Traumann para analisar o embate político entre Jair Bolsonaro e governadores. Jornalista e analista político, Traumann explica o que o presidente calcula ao se colocar contra a vacina e medidas de contenção da Covid. Segundo ele, desde o início da pandemia "o presidente se coloca como o único político que entendia a preocupação, na ponta, com a possibilidade de perder o emprego", diz. Para ele, Bolsonaro reforça a ideia de que é igual à população. Thomaz pondera, no entanto, que agora em 2021 a situação é muito mais grave e que o novo valor de R$ 200 do auxílio emergencial pode pesar na avaliação do presidente. O que você precisa saber: Bolsonaro veta a estados e municípios imunizar população em caso de omissão do Ministério da Saúde Com recordes de mortes por Covid, estados e DF decidem ampliar as medidas de isolamento Socorro da União aos estados em razão da pandemia foi de R$ 76,9 bilhões em 2020 Governadores respondem a Bolsonaro sobre repasses federais: 'Obrigação constitucional' Lira e governadores citam R$ 14,5 bilhões a mais para combate à Covid-19 no Orçamento 2021 Brasil registra 1.726 mortes em 24 horas e bate novo recorde na pandemia O podcast O Assunto é produzido por: Mônica Mariotti, Isabel Seta, Glauco Araújo, Luiz Felipe Silva, Thiago Kaczuroski e Giovanni Reginato. Nesta semana, na apresentação: Natuza Nery. Comunicação/Globo O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado.
Wed, 03 Mar 2021 06:31:35 -0000
Incêndio em casa na Vila Prudente deixa dois mortos
No Jaçanã, Zona Norte, outro incêndio feriu três pessoas, entre elas uma criança. Incêndio em uma casa na Vila Prudente, Zona Leste de São Paulo, deixou duas pessoas mortas, informou o Corpo de Bombeiros na madrugada desta quarta-feira (3). O fogo atingiu uma casa na Rua dos Municípios por volta de 22h30 de terça (2). Os dois corpos foram encontrados carbonizados. Não há ainda informações sobre a identidade das vítimas tampouco como o fogo começou. Incêndio na Zona Norte Os bombeiros também registraram um incêndio na Zona Norte da capital. Três pessoas se feriram em uma casa na Rua Caldas Ribeiro, no Jaçanã. Entre feridos está uma criança.
Wed, 03 Mar 2021 05:50:05 -0000
Veja os limites para as deduções no Imposto de Renda 2021

Continuam disponíveis dois modelos diferentes para a entrega do documento, o simplificado e o completo. Veja as diferenças entre eles e como funcionam as deduções. selo IR 2021 deduções Arte G1 A Secretaria da Receita Federal divulgou os detalhes do Imposto de Renda 2021, incluindo os limites para as deduções. As declarações devem ser entregues entre os dias 1º de março e 30 de abril. Deve declarar o IR neste ano quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2020. SAIBA TUDO SOBRE O IMPOSTO DE RENDA 2021 Os contribuintes podem optar por dois modelos na entrega do documento: o simplificado ou o completo. Especialista tira dúvidas sobre a declaração do imposto de renda Declaração simplificada A regra para fazer a declaração simplificada continua a mesma. Quem optar por ela, terá um desconto "padrão" de 20% na renda tributável. Este abatimento substitui todas as deduções legais da declaração completa, entre elas aquelas de gastos com educação e saúde. No IR de 2021, esse desconto de 20% está limitado a R$ 16.754,34 – mesmo valor do ano passado. Declaração completa Quem teve gastos altos em 2020 com dependentes e saúde, por exemplo, pode optar por fazer a declaração completa do Imposto de Renda, pois esses gastos são dedutíveis. Veja os limites: Dependentes: o valor máximo é de R$ 2.275,08 por dependente, o mesmo do ano passado. Educação: nas despesas com educação (ensino infantil, fundamental, médio, técnico e superior, o que engloba graduação e pós-graduação), o limite de dedução permaneceu em R$ 3.561,50 por dependente. Despesas Médicas: as deduções continuam sem limite, ou seja, o contribuinte pode declarar todo o valor gasto e deduzir do Imposto de Renda. Entre as despesas incluídas aqui estão pagamentos a médicos, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, hospitais, além de exames laboratoriais, serviços radiológicos, aparelhos ortopédicos e próteses ortopédicas e dentárias. A dedução de gastos dos patrões com a previdência de empregados domésticos não é mais permitida. VÍDEOS: tudo sobre o Imposto de Renda 2021
Wed, 03 Mar 2021 05:00:25 -0000
Com recessões e pandemia, PIB do Brasil tem pior década em 120 anos

Levantamento da FGV mostra que, entre 2011 e 2020, economia brasileira registrou um crescimento médio de 0,3% ao ano, pior que o da década de 1980. Resultado oficial do PIB do ano passado será divulgado nesta quarta (3) pelo IBGE e expectativa é de tombo da ordem de de 4%. A dimensão exata do tombo da economia em 2020 será conhecida nesta quarta-feira (3) com a divulgação dos dados oficiais do Produto Interno Bruto (PIB) - mas já se sabe que o desempenho do Brasil na década foi o pior já registrado em 120 anos. Considerando a expectativa de tombo da ordem de 4% no ano passado, o Brasil fechou o período entre 2011 e 2020 com um crescimento médio anual de apenas 0,3%, segundo cálculos do economista Claudio Considera, do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV). Até então, a pior década econômica tinha sido a observada nos anos 1980, período chamado de "década perdida", quando o PIB brasileiro avançou em média 1,6% ao ano no período. Segundo o pesquisador, a taxa média de crescimento de apenas 0,3% ao ano pode ser interpretada como uma "estagnação". "Para igualar com a década de 80, o PIB teria que crescer 10% em 2020. Mesmo se crescesse em 2020 o que estava projetado pelo mercado [cerca de 2%, antes da decretação da pandemia], o PIB médio entre 2011 e 2020 cresceria 0,9%. Ou seja, essa década foi um desastre em qualquer situação, muito pior do que a dos anos 80", explica o economista. Nova década perdida Economia G1 O levantamento do Ibre utiliza como base a série histórica do PIB apurada pelo Instituto de Pesquisas Econômica Aplicada (Ipea) e pelo IBGE, e as projeções do Monitor do PIB da FGV, que tenta antecipar o resultado oficial do desempenho da economia brasileira. PIB de 2020 deve ter sido o pior em 30 anos Os números oficiais de 2020 do PIB, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, serão divulgados pelo IBGE a partir das 9h. Pela projeção do Monitor do PIB da FGV, a retração da economia em 2020 foi de 4%. Pela leitura do Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) do Banco Central, que é considerado uma "prévia" do PIB, o tombo foi de 4,05%. Confirmada as expectativas, será a maior contração anual desde o início da série histórica do IBGE, que começou em 1996, superando o tombo de 3,5% registrado em 2015, o maior até então. Considerando a série anterior, iniciada em 1948, o resultado de 2020 deve ser o pior em 30 anos. Os maiores tombos já registrados no país anteriormente foram os de 1981 e 1990 - em ambos os anos, houve uma retração de 4,3% do PIB. "Na média da década, não vai alterar muito a taxa se o resultado do PIB de 2020 for alguns décimos a mais de 4% ou menos alguns décimos", afirma Considera. Recuperação perde ritmo e maioria dos componentes do PIB ainda não eliminou perdas Evolução do PIB na década Economia G1 Pandemia chegou antes do país eliminar perdas da crise de 2015-2016 A nova década perdida é explicada pelo choque trazido pelo coronavírus, mas também pela crise dos anos 2015 e 2016, durante os governos de Dilma Roussef e Michel Temer. Foram 11 trimestres seguidos de recessão no meio da década e, depois, uma recessão histórica no 1º semestre de 2020. Considera destaca que o Brasil ainda tentava se reerguer das perdas de uma das recessões mais profundas que o país já passou quando a pandemia chegou, interrompendo uma sequência de 3 anos de uma recuperação que já vinha em ritmo lento. "A recuperação vinha lenta, estávamos crescendo pouco, em torno de 1,5% ao ano. Daí veio a pandemia, que jogou a economia no buraco de vez”, afirma Considera. “A década foi muito instável, teve alguns números positivos e vários números negativos. Foi uma década de estagnação”. A fraqueza da década e o desempenho da economia abaixo do observado na década de 80 já estava no radar dos economistas desde 2019 mas, até a chegada da pandemia, não se imaginava um resultado no período entre 2011 e 2020 tão próximo da estagnação. De acordo com o levantamento da FGV, no acumulado entre 2011 e 2019, o crescimento médio do PIB estava em 0,7%. De qualquer forma, o resultado da década ainda foi um pouco menos drástico do que o imaginado até meados do ano passado, quando o Fundo Monetário Internacional (FMI) chegou a estimar um tombo de até 9,1% no PIB brasileiro. Se esse cenário se confirmasse, o Brasil poderia ter fechado a década com uma retração média anual de 0,3% entre 2011 e 2020, como mostrou o G1 em reportagem em junho do ano passado. Veja comparativo de projeções para o PIB do Brasil e de outros países Prévia do PIB indica retração de 4,05% em 2020 Diferenças com a crise dos anos 1980 Depois do período de crescimento dos anos 70, que a ditadura militar chamava de milagre econômico, o Brasil enfrentou nos anos 80 o que passou a ser chamado de "década perdida". Naquele período, a economia brasileira enfrentou uma combinação perversa. No cenário internacional, houve uma piora das condições financeiras. Ao mesmo tempo, internamente, o país enfrentou um quadro de baixo crescimento, de descontrole da dívida externa e disparada da inflação. Em 1987, o governo brasileiro chegou a declarar moratória e suspendeu o pagamento de credores internacionais. Se por um lado a dívida externa deixou de ser uma preocupação, o Brasil voltou a enfrentar na última década um quadro de descontrole fiscal, agravado pela queda dos investimentos públicos e privados, e pelo aumento do desemprego. O rombo nas contas do governo foi recorde em 2020, somando R$ 743 bilhões. Esse déficit ajudou a aumentar ainda mais a dívida pública, que saltou de 74,3% para 89,3% do PIB, patamar recorde e considerado elevado para um país emergente. Já a taxa média de desemprego em 2020 foi de 13,5%, a maior já registrada pelo IBGE. "Acho que o desemprego é o maior problema dessa década. E a taxa de desemprego esconde de certa forma o desiludido, o desalentado, aquele que para de procurar emprego e não é contado como desempregado. Você tem um número absurdo de pessoas dependendo de atividades informais”, afirma Considera. Taxa de desemprego bate novo recorde em 2020 Incertezas pela frente A média das projeções do mercado para o crescimento do PIB em 2021 tem sido revisada para baixo e está em 3,29%, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central, bem abaixo da expectativa para o crescimento global no ano, estimada em 5,5% pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). Parte do mercado não descarta inclusive o risco de uma nova recessão técnica no 1º semestre de 2021 em meio às incertezas sobre o controle da pandemia e as preocupações com o chamado risco fiscal. “Vai ter algum crescimento em 2021, mas é fácil crescer em cima de uma base depauperada como a de 2020. Não vejo que vamos voltar a crescer de forma substancial nos próximos anos”, afirma Considera. O pesquisador avalia que o potencial de crescimento da economia brasileira continua baixo diante da elevada incerteza política, queda da renda das famílias, pouco espaço fiscal para investimento público e nível de ociosidade ainda alto das empresas. “A economia já vinha patinando. Estávamos crescendo com base no consumo de serviços, já não se tinha investimentos... A incerteza política é muito grande, ninguém sabe o que vai acontecer", avalia Considera.
Wed, 03 Mar 2021 05:00:24 -0000
Profissão Repórter mostra histórias de brasileiros que convivem com a fome
No momento em que o Congresso está decidindo a extensão do auxílio emergencial, nossa equipe registra, em quatro estados, como famílias lutam para conseguir alimento para colocar na mesa. Assista ao programa! Profissão Repórter - 02/03/2021 Em um momento em que o Congresso está decidindo sobre a extensão do auxílio emergencial, o Profissão Repórter percorre 4 estados para fazer um retrato de quem convive com a fome: famílias, com ou sem acesso aos benefícios do governo, que buscam doações de alimento para conseguir cozinhar algo diferente do arroz e feijão, e que estão sendo severamente impactadas pela inflação. Caco Barcellos foi ao Maranhão no começo de 2020, na sua última gravação antes da pandemia. Lá ele acompanhou o trabalho da freira Ardilles, da Pastoral da Criança, em visitas às famílias na extrema pobreza. Um ano depois, a freira volta a essas mesmas famílias e conta ao Caco o que encontrou em uma conversa virtual: famílias ainda mais fragilizadas. Caco Barcellos mostra trabalho de freira com famílias em situação de extrema pobreza no MA A repórter Eliane Scardovelli mostra a vida de mulheres que enfrentam fila e confusão para obter alimentos doados na Ceagesp de São Paulo, a maior central de abastecimento da América Latina. No prato dos filhos de Jaqueline, apenas arroz, feijão e salsicha. Quando não há dinheiro para a mistura, os filhos se acostumaram a pedir limão junto. Na sacola de Olivia Inácio, as frutas descartadas pelos comerciantes são a esperança de que a fome que ela passou na infância não se repita com seus filhos. Eliane Scardovelli mostra a vida de quem enfrenta fila para obter doações de alimentos Na Paraíba e em Pernambuco, Nathalia Tavolieri percorreu mais de 700 km visitando cidades e comunidades que dependem quase exclusivamente dos benefícios sociais do governo. A fila de famílias que teriam direito ao Bolsa Família, mas que ainda não receberam o benefício, chegou a 700 mil no fim de 2020. Nathalia Tavolieri acompanha vida de brasileiros que dependem de benefícios do governo
Wed, 03 Mar 2021 04:54:33 -0000
Profissão Repórter acompanha a vida de brasileiros que dependem de benefícios do governo

Equipe percorreu 700 quilômetros, por comunidades de Pernambuco e da Paraíba. A fila de famílias que teriam direito ao Bolsa Família, mas que ainda não tinham o benefício, chegou a 700 mil só no Nordeste no fim de 2020, segundo o Ministério da Cidadania. Nathalia Tavolieri acompanha vida de brasileiros que dependem de benefícios do governo Equipes do Profissão Repórter percorreram mais de 700 quilômetros, entre cidades de Pernambuco e da Paraíba, para mostrar como vivem brasileiros que convivem com a fome, em uma situação de extrema pobreza. Antes da pandemia e no começo deste ano, visitamos comunidades que dependem quase exclusivamente dos benefícios sociais do governo. Em fevereiro de 2020, Julio Molica e Renan Ferreira acompanharam a história de uma mulher, recém-separada e mãe de seis filhos, que lutava para conseguir o Bolsa Família. Um ano depois, foi a vez de Nathalia Tavolieri e Luciano Matioli irem até Cajazeiras (PE) para ver se a situação havia mudado. Agora, ela já recebe o benefício do governo, mas o dinheiro ainda é pouco. Ela e a família continuam em situação de pobreza extrema. Mãe de seis filhos, Sandra mostra a geladeira vazia Profissão Repórter Segundo dados do Ministério da Cidadania, de dezembro de 2020, mais de 707 mil pessoas aguardam para receber o Bolsa Família só no Nordeste. Em todo o país são mais de 2,1 milhões na fila. Veja os números: Por região: Sudeste: 849.063 Nordeste: 707.600 Norte: 228.536 Sul: 227.198 Centro-oeste: 133.781 Por estado: São Paulo: 426.910 Minas Gerais: 198.182 Rio de Janeiro: 183.674 Bahia: 180.420 Pernambuco: 140.751 Pará: 117.215 Paraná: 110.118 Ceará: 108.282 Rio Grande do Sul: 80.292 Maranhão: 74.933 Goiás: 55.865 Paraíba: 49.110 Piauí: 47.329 Amazonas: 43.354 Espírito Santo: 40.297 Rio Grande do Norte: 36.821 Santa Catarina: 36.788 Mato Grosso: 36.381 Alagoas: 35.416 Sergipe: 34.538 Mato Grosso do Sul: 31.472 Tocantins: 18.217 Amapá: 16.476 Rondônia: 13.202 Acre: 10.286 Brasília: 10.063 Roraima: 9.786 Em Cajazeiras, na Paraíba, moradores buscam comida no lixão Profissão Repórter
Wed, 03 Mar 2021 04:45:09 -0000
Maranhão é o estado onde mais brasileiros vivem em extrema pobreza, segundo IBGE

De acordo com os últimos dados divulgados pelo instituto, no começo de 2020, antes da pandemia, um em cada cinco maranhenses - 1,4 milhão de pessoas - estavam nesta situação. Caco Barcellos mostra a vida dessas famílias. Caco Barcellos mostra trabalho de freira com famílias em situação de extrema pobreza no MA Antes da pandemia começar, no início de 2020, Caco Barcellos e Danielle Zampollo foram até o Maranhão para acompanhar o trabalho da freira Ardilles, da Pastoral da Criança, com famílias que vivem em situação de extrema pobreza. De acordo com os últimos dados do IBGE - divulgados na mesma época da reportagem - , o estado lidera o ranking de brasileiros vivendo em extrema pobreza: um em cada cinco maranhenses, 1,4 milhão de pessoas. E as visitas que a equipe do Profissão Repórter fez às casas de algumas famílias são um retrato deste triste cenário. Um ano depois, ainda em isolamento porque é do grupo de risco, Caco conversou novamente com Ardilles, de forma virtual. A freira voltou às casas que os dois visitaram juntos e encontrou as famílias ainda mais fragilizadas. Veja na reportagem acima. Caco Barcellos com família no Maranhão Profissão Repórter Mãe com os filhos - família vive em situação de extrema pobreza Profissão Repórter
Wed, 03 Mar 2021 04:36:52 -0000
Número de brasileiros que vivem na extrema pobreza cresce com fim do auxílio emergencial

Segundo dados projetados pela FGV, em 2019, antes da pandemia, 10,97% da população recebia menos de R$ 246 por mês. Com o pagamento do auxílio, esse número caiu para 4,52%. Agora, em fevereiro de 2021, com o fim do benefício, está ainda maior: 12,83%. Eliane Scardovelli mostra a vida de quem enfrenta fila para obter doações de alimentos O auxílio emergencial pago pelo governo durante a pandemia de Covid acabou ajudando milhares de brasileiros a saírem de uma situação de extrema pobreza. Mas, segundo levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV), com o fim do pagamento do benefício, a situação está ainda pior do que antes. Segundo números projetados pela FGV, entre agosto de 2020 e fevereiro de 2021, cerca de 17,7 milhões de pessoas voltaram à pobreza, apesar da volta do Bolsa Família. Em agosto, a população pobre era cerca de 9,5 milhões: 4,52% do total de brasileiros, 210 milhões. Em fevereiro, passou para 27,2 milhões: 12,83%. Em 2019, antes da pandemia, os dados consolidados apontavam para uma porcentagem de 10,97% dos brasileiros na extrema pobreza, ou seja, ganhando menos que R$ 246 por pessoa. Família divide prato de arroz e feijão e um pedacinho de salsicha Profissão Repórter Ainda de acordo com a FGV, só no estado de São Paulo, temos em fevereiro, em termos absolutos, 1,79 milhões de pobres e cerca de 394 mil novos pobres desde agosto 2020. No Profissão Repórter, a repórter Eliane Scardovelli mostra a situação de algumas famílias paulistanas que sofrem na busca por alimentos. Na Ceagesp, a maior central de abastecimento da América Latina, ela registrou o desespero de famílias que foram ao local para receber um kit com doações e acabaram enfrentando muita fila e confusão. Confira na reportagem. Mulheres lutam por cacho de bananas Profissão Repórter
Wed, 03 Mar 2021 04:35:44 -0000
3 de março, quarta-feira

Bom dia. Aqui estão os principais assuntos para você começar o dia bem-informado. Brasil registra 1.726 mortes em 24 horas e bate novo recorde na pandemia. O país volta a passar os Estados Unidos em número diário de vítimas da Covid-19. Fiocruz diz que 19 unidades da federação têm taxas de ocupação de UTI acima de 80%. 'O Assunto' fala sobre o conflito entre governo federal e os estados no combate à crise sanitária. Câmara facilita compra de vacinas por estados, municípios e empresas. Texto vai à sanção do presidente Jair Bolsonaro. Senadores devem votar a proposta da PEC Emergencial. O presidente americano, Joe Biden, diz que EUA terão imunizantes para todos os adultos até o fim de maio. Com recessões e pandemia, PIB do Brasil tem pior década em 120 anos. A dimensão exata do tombo da economia em 2020 será conhecida nesta quarta. Quatro conselheiros vão deixar a Petrobras. Lumena foi a quinta eliminada do "Big Brother Brasil 21". Escalada da pandemia 48 horas de caos na Saúde: o aumento dos casos nos estados e a falta de leitos de UTI O Brasil alcançou o maior número de mortes por Covid-19 em 24 horas: foram 1.726 vítimas, chegando ao total de 257.562 óbitos desde o início da pandemia. O país, que vive seu pior momento na crise sanitária, teve média móvel recorde pelo 4º dia seguido, com 1.274 mortes diárias. Em número de casos, o país contabilizou 10.647.845 infectados pelo coronavírus. O número de mortes em 24 horas é superior ao registrado preliminarmente nos Estados Unidos na segunda-feira (1º) e compilado nos principais painéis de monitoramento. Segundo a Johns Hopkins, os EUA tiveram 1.567 mortes. Em nota técnica, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) aponta o agravamento da pandemia no Brasil. De acordo com a Fiocruz, 19 unidades da federação têm taxas de ocupação de leitos de UTI acima de 80%. No boletim anterior, eram 12. Veja a ocupação dos leitos de UTI pelo país. Taxa de transmissão sobe: 100 pessoas contagiam 113 SC registra 16 mortes de pacientes com Covid à espera por leitos especializados Sistema de saúde de Mossoró (RN) entra em colapso Hospital Moinhos de Vento aluga contêiner para colocar corpos, em Porto Alegre Especialistas listam motivos para parar o país por ao menos 2 semanas 'Teremos o março mais triste de nossas vidas', prevê pneumologista da Fiocruz Brasil apostou em estratégia 'genocida' para combater Covid-19, diz Atila Iamarino Medidas de restrição VÍDEO: 'Estamos na pior semana de todas as semanas da Covid-19', afirma João Doria O governador de São Paulo, João Doria, disse que o estado está na pior semana desde o começo da pandemia. Questionado se ele adotaria o lockdown para evitar maior propagação da doença, o governador diz que não descarta nenhuma medida. O estado registrou nesta terça o maior número de mortes por Covid-19 em 24 horas desde o início da pandemia, com 468 novos óbitos. Em Campinas (SP), a prefeitura da cidade decretou a adoção da fase vermelha, a mais restritiva do Plano SP, a partir desta quarta-feira (3) até o dia 16 de março. Nesse período, poderão funcionar com atendimento presencial apenas serviços considerados essenciais. A medida foi anunciada pelo prefeito Dário Saadi (Republicanos), que tratou a situação como de "quase de colapso". Secretário da Saúde defende suspensão das aulas presenciais em SP em meio ao recorde de internações SP começa nesta quarta a vacinação de idosos entre 77 e 79 anos contra a Covid-19; previsão é imunizar 430 mil pessoas Vacinação no Brasil Vacinação em Franca, SP Jefferson Severiano Neves/EPTV A Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei que descentraliza a compra de vacinas contra a Covid-19 e facilita a aquisição dos imunizantes pela União, pelos governos estaduais e municipais e pela iniciativa privada. O texto é de autoria do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e segue agora para sanção do presidente Jair Bolsonaro. Entenda: segundo a proposta, enquanto durar a emergência em saúde pública causada pelo coronavírus, a União, os estados e os municípios estarão autorizados a comprar vacinas e a assumir riscos relacionados a eventuais efeitos adversos pós-vacinação. Senado aprova MP que prevê 7 dias para Anvisa decidir se autoriza vacina contra Covid-19 Brasil aplicou ao menos uma dose de vacina em 7,1 milhões Veja como está vacinação hoje na sua cidade O Assunto Neste episódio, o conflito entre governo federal e os estados no combate à pandemia. Em meio ao agravamento da emergência de saúde, por que o presidente Jair Bolsonaro antagoniza governadores e quais as saídas para a crise política e sanitária? Para responder, Natuza Nery recebe dois convidados: o médico sanitarista e pesquisador da Fiocruz José Gomes Temporão, que foi ministro da Saúde entre 2007 e 2011, e Thomas Traumann, jornalista e analista político. Lira e governadores citam R$ 14,5 bilhões a mais para combate à Covid-19 no Orçamento 2021 Vacinação no mundo 'Estamos no caminho para ter um suprimento de vacinas até o final de maio', afirma Biden O presidente americano, Joe Biden, disse que os Estados Unidos se preparam para vacinar toda a população adulta do país até o final de maio. "Estamos no caminho certo para ter vacinas suficientes até o final de maio", diz Biden. A promessa do democrata antecipou a previsão anunciada, também por ele ainda em fevereiro, de que a meta da vacinação de adultos seria atingida até o final de julho. 🎧 EUA, Israel, Reino Unido e os efeitos positivos da vacina PEC Emergencial Relator da PEC emergencial recua em pontos da proposta por não ter apoio da maioria O senador Márcio Bittar (MDB-AC) leu, em plenário, o relatório favorável à proposta de Emenda à Constituição (PEC) Emergencial, que prevê medidas de ajuste fiscal e abre caminho para novos pagamentos do auxílio emergencial às famílias que perderam renda na pandemia de Covid-19. Após pressão de senadores, Bittar cedeu e retirou do texto pontos controversos – como o que colocaria fim aos pisos constitucionais para investimentos em saúde e educação. Com a leitura do relatório em plenário, os senadores devem discutir e votar a proposta nesta quarta (3). Líderes aceitam tramitação acelerada, e PEC Emergencial vai diretamente ao plenário, diz Lira Investigação Imagens registraram assessores entregando celulares a Daniel Silveira quando ele já estava detido A Polícia Federal (PF) informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que câmeras flagraram dois assessores entregando aparelhos celulares ao deputado Daniel Silveira (PSL-RJ) na prisão. Segundo o relatório da PF, obtido pela TV Globo, "ficou explícito que houve conluio entre o deputado e seus assessores". Os celulares foram encontrados na sala onde Silveira estava preso, na Superintendência da PF no Rio de Janeiro. Um inquérito investiga o caso. Atualmente, ele está preso em um batalhão da Polícia Militar. Lembre o caso: Silveira foi preso após ter divulgado um vídeo no qual fez apologia ao Ato Institucional 5 (AI-5), ato de repressão mais duro do regime militar, e defendeu a destituição de ministros do STF. As duas pautas são inconstitucionais. Economia A dimensão exata do tombo da economia em 2020 será conhecida nesta quarta (3) com a divulgação dos dados oficiais do Produto Interno Bruto (PIB). Mas já se sabe que o desempenho do Brasil na década foi o pior já registrado em 120 anos. Considerando a expectativa de tombo da ordem de 4% no ano passado, o Brasil fechou o período entre 2011 e 2020 com um crescimento médio anual de apenas 0,3%, segundo cálculos do economista Claudio Considera, do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV). Até então, a pior década econômica tinha sido a observada nos anos 1980, período chamado de "década perdida", quando o PIB brasileiro avançou em média 1,6% ao ano no período. Petrobras Quatro conselheiros da Petrobras pedem para deixar o cargo Quatro conselheiros de administração da Petrobras informaram que não aceitarão a recondução ao cargo na próxima assembleia geral extraordinária da estatal. São eles: João Cox Neto, Nivio Ziviani, Paulo Cesar de Souza e Silva e Omar Carneiro da Cunha. A decisão ocorre após o presidente Jair Bolsonaro indicar o general Joaquim Silva e Luna no comando da petroleira para o lugar de Roberto Castello Branco por críticas à política de preços da companhia. O mandato de Castello Branco acaba em 20 de março. Troca na Petrobras teve efeito econômico 'ruim', diz ministro Paulo Guedes IR 2021 Selo home IR Arte G1 A Secretaria da Receita Federal divulgou os detalhes do Imposto de Renda 2021, incluindo os limites para as deduções. As declarações devem ser entregues entre os dias 1º de março e 30 de abril. Deve declarar o IR neste ano quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2020. Os contribuintes podem optar por dois modelos na entrega do documento: o simplificado ou o completo. Saiba mais. Valor dos imóveis Prédio em construção no Rio de Janeiro Pilar Olivares/Reuters Os preços de venda dos imóveis residenciais subiram 0,26% em fevereiro, segundo dados divulgados pelo Índice FipeZap. Apesar da alta apurada no mês passado, a variação foi menor do que a observada em dezembro (avanço de 0,45%) e janeiro (0,35%). O aumento dos preços dos imóveis também deve ficar abaixo da inflação prevista. Os analistas consultados pela relatório Focus, do Banco Central, projetam uma alta de 0,67% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, para fevereiro - o dado ainda não foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Paredão no BBB21 Lumena é eliminada do BBB21 Reprodução / Globo Lumena foi a quinta eliminada do "Big Brother Brasil 21", com 61,31% dos votos. Ela disputou o paredão com Projota (37,07%) e Arthur (1,62%). Antes, foram eliminados: Kerline, Arcrebiano, Nego Di e Karol Conká. Veja lista completa dos 20 participantes iniciais De onde vem o que eu como Irrigação é aplicada em 8,2 milhões de hectares no Brasil. Reprodução / G1 Praticamente metade da água disponível em reservatórios no Brasil vai para a irrigação. É ela que permite o plantio durante todo o ano em áreas com escassez hídrica, caso do melão no semiárido brasileiro e da cana-de-açúcar no Centro-Oeste, onde a seca acontece sazonalmente. No Brasil – um dos dez países com maior área equipada para irrigação –, a prática é utilizada em 8,2 milhões de hectares. Equivalente a mais de 8 milhões de campos de futebol, essa área é preenchida por cultivo de arroz, café e cana, entre outros (os três são os mais comuns nesse sistema). Leia mais na reportagem. De onde vem o que eu como: conheça a série do G1 Mega-Sena Aposta única da Mega-Sena custa R$ 4,50 e apostas podem ser feitas até às 19h Marcelo Brandt/G1 O concurso 2.349 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 2,5 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo. A aposta mínima custa R$ 4,50 .
Wed, 03 Mar 2021 04:30:05 -0000
FOTOS: Profissão Repórter viaja pelo Brasil para mostrar a fome pelo país; veja bastidores

Caco Barcellos foi ao Maranhão no começo de 2020, em sua última gravação antes da pandemia. Eliane Scardovelli acompanhou a fila para obter alimentos doados na Ceagesp de São Paulo. Nathalia Tavolieri percorreu mais de 700 km em Pernambuco e na Paraíba. Caco Barcellos em gravação no Maranhão, antes da pandemia Profissão Repórter Caco com a freira Ardilles, da Pastoral da Criança, em visitas às famílias na extrema pobreza Profissão Repórter Nathalia Tavolieri entrevista mulher que trabalha em lixão Profissão Repórter Ela e o repórter cinematográfico Luciano Matioli registraram o duro trabalho feito por famílias Profissão Repórter Geladeira vazia de família na Paraíba Profissão Repórter A repórter Eliane Scardovelli em ação Profissão Repórter
Wed, 03 Mar 2021 04:11:44 -0000

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